domingo, 11 de novembro de 2007

Prelúdio.

Nosso Canto é raro
E nosso Pão, santo

Gente como Nós
Não tem Desculpas
Contamos apenas com
Nossa Certeza

Por mais que a Sereia
Nos envolva em Brumas
E que tropessemos com Aviso

Levantamos
E seguimos o Caminho
Pois o Suor é sincero

E a Luta não termina
Enquanto houver um Inimigo em pé

Nosso Canto é raro
E nosso Pão, santo
Enquanto nossos Olhos retos
Não enxergarem Apenas o Horizonte.



21 de setembro, 2007

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