Nosso Canto é raro
E nosso Pão, santo
Gente como Nós
Não tem Desculpas
Contamos apenas com
Nossa Certeza
Por mais que a Sereia
Nos envolva em Brumas
E que tropessemos com Aviso
Levantamos
E seguimos o Caminho
Pois o Suor é sincero
E a Luta não termina
Enquanto houver um Inimigo em pé
Nosso Canto é raro
E nosso Pão, santo
Enquanto nossos Olhos retos
Não enxergarem Apenas o Horizonte.
21 de setembro, 2007
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