Mais uma vez eu tomei o mesmo posicionamento
Mais uma vez optei pela soberania hipócrita que acabava por me afastar
Mas uma vez sedi ao medo de curvar e não receber um sim.
Porém outro o fez e o quadjuvo caiu sobre mim mais uma vez
Como em tantas outras incontaveis vezes
Tornei-me aquele garoto que jurava não ser mais a anos
Tornei o desajustado e acovardado moleque incapaz
Esperando que meu silencio traga palavras alheias
E como sempre...não trazendo nada de especial
E então que aflora toda a raiva que dentro de mim um dia já sonhei ter
Raiva contra todos aqueles que depositei minha esperança
Esperança de mesmo no meu silencio trazer-me o que eu desejava
E meus sonhos se vestem de traição
Até meus sonhos se desfiguram
E todos aqueles que até mesmo nunca tenham me faltado
Contornam-se de falsos, inimigos vis
Até quem mais amo, mais confio, porem que tenho medo de perder
Pois bem, outro se curvou
E por esse caminho meu desejado outro desejado tomou
E a mim restou o peso
Aquele já estou a me acostumar
Tentar sempre sair ileso
Quando o que mais quero é lutar para lograr
domingo, 23 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
EuNãoAcredito!MasOQueIssoImporta?
Eu não acredito em uma palavra do que você diz ou disse
Simplesmente não acredito no "eu também te amo"
Com uma resposta necessária,
Nada expontânea,
Mera formalidade.
Mas confesso que ignoro,
Fecho os olhos,
Pois é melhor se convencer do mais afável
(e realmente há possibilidade dessa impressão ser só uma variante desfocada da minha mente)
Tudo é uma questão de ponto de vista.
É o que todos dizem.
Mas afinal, não sei bem se te quereria se tivesse completa certeza de tua paixão.
Não sei bem se não me acomodaria
Sem te dar valor nem atenção.
Não sei bem se não é melhor
Essa insegurançazinha que me faz te amar e te desprezar.
Que me faz te agradar
E me empenhar pra te fazer sorrir.
Simplesmente não acredito no "eu também te amo"
Com uma resposta necessária,
Nada expontânea,
Mera formalidade.
Mas confesso que ignoro,
Fecho os olhos,
Pois é melhor se convencer do mais afável
(e realmente há possibilidade dessa impressão ser só uma variante desfocada da minha mente)
Tudo é uma questão de ponto de vista.
É o que todos dizem.
Mas afinal, não sei bem se te quereria se tivesse completa certeza de tua paixão.
Não sei bem se não me acomodaria
Sem te dar valor nem atenção.
Não sei bem se não é melhor
Essa insegurançazinha que me faz te amar e te desprezar.
Que me faz te agradar
E me empenhar pra te fazer sorrir.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
ÀsPedrasNoCaminho.
Pois mais forte que sou,
não derrotado será meu desfecho.
E a eles que se riem da minha suposta incapacidade.
Todos os que condenam minha desnecessidade de alinhamento
nos padrões supérfolos e superficiais deles.
A esses coitados que não enxergam mais
Do que lhes é desenhado à ponta de seu nariz,
A todos esses que se limitam preguiçosamente ao que lhes é impresso à retina,
Ao verdadeiro entulho intelectual,
A esses "humildes" conhecedores de todas as verdades,
A esses abutres
Dos verdadeiros detentores da razão,
E de todas as infindas dimensões que ela pode ter,
Só desejo a agonia
Que seus olhos saltem das órbitas ao me verem a cima,
Que seus ouvidos sangrem ao ouvirem minha voz preponderar às deles,
E que suas mentes afoguem-se na insanidade torturante
Ao olharem para mim e verem tudo que nunca serão,
Verem tudo que nunca terão capacidade de ser,
Tudo que sempre fui
E que sempre eles desdenharam.
Pois ao contrario do que disse o poeta passarinho:
Eles tropeçarão
Ao tentarem atravancar o meu caminho.
não derrotado será meu desfecho.
E a eles que se riem da minha suposta incapacidade.
Todos os que condenam minha desnecessidade de alinhamento
nos padrões supérfolos e superficiais deles.
A esses coitados que não enxergam mais
Do que lhes é desenhado à ponta de seu nariz,
A todos esses que se limitam preguiçosamente ao que lhes é impresso à retina,
Ao verdadeiro entulho intelectual,
A esses "humildes" conhecedores de todas as verdades,
A esses abutres
Dos verdadeiros detentores da razão,
E de todas as infindas dimensões que ela pode ter,
Só desejo a agonia
Que seus olhos saltem das órbitas ao me verem a cima,
Que seus ouvidos sangrem ao ouvirem minha voz preponderar às deles,
E que suas mentes afoguem-se na insanidade torturante
Ao olharem para mim e verem tudo que nunca serão,
Verem tudo que nunca terão capacidade de ser,
Tudo que sempre fui
E que sempre eles desdenharam.
Pois ao contrario do que disse o poeta passarinho:
Eles tropeçarão
Ao tentarem atravancar o meu caminho.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
OlharParaTrás.
Mas e agora
Nas entrelinhas escondidas
As emoções sentidas
Percebo
O quão tu me tornei
E quão de mim deixei
Pelo preço de um sorriso
Não sei ao certo se aprendi
Ou se desaprendi algo
Mas sei que ao não saber ser eu mesmo
Eu era uno e infindável
Mas agora sou o fosco do que fui
E nada muito bom para ser
Momentos de pressão,
Me tiram de mim e tornam nada
E tudo me enraivece tanto,
Não mais me entristesse,
É tanta mudança...
Não enxergo mais nas folhas de outono
O que enxergava antes
As coisas são mais simples agora
É tudo tão mais básico
Mais desbotado
E em minha fotos improvisadas exagero na saturação,
Porém não vem compensação
E eu não sinto mais nada,
E essa é a questão.
Um poemista frígido à poesia
Que piada de mau gosto
Que ironia
Esse ano de dois mil e oito.
Nas entrelinhas escondidas
As emoções sentidas
Percebo
O quão tu me tornei
E quão de mim deixei
Pelo preço de um sorriso
Não sei ao certo se aprendi
Ou se desaprendi algo
Mas sei que ao não saber ser eu mesmo
Eu era uno e infindável
Mas agora sou o fosco do que fui
E nada muito bom para ser
Momentos de pressão,
Me tiram de mim e tornam nada
E tudo me enraivece tanto,
Não mais me entristesse,
É tanta mudança...
Não enxergo mais nas folhas de outono
O que enxergava antes
As coisas são mais simples agora
É tudo tão mais básico
Mais desbotado
E em minha fotos improvisadas exagero na saturação,
Porém não vem compensação
E eu não sinto mais nada,
E essa é a questão.
Um poemista frígido à poesia
Que piada de mau gosto
Que ironia
Esse ano de dois mil e oito.
quarta-feira, 9 de julho de 2008
AssimComoHoje.
Às vezes,
Um dia, assim preguiçoso,
É bom,
Mesmo que desconfortável
Deixa uma tristeza não muito triste,
Aquele teimosa vontade de permanecer no tédio
Mesmo odiando-o
Agoniante
Mas é bom ficar um dia assim, só pensando.
É bom, para que nos próximos dias, lembremos,
E assim, nos ocupemos ao extremo
Para nunca mais submeter-se à agonia
Que é pensar.
Um dia, assim preguiçoso,
É bom,
Mesmo que desconfortável
Deixa uma tristeza não muito triste,
Aquele teimosa vontade de permanecer no tédio
Mesmo odiando-o
Agoniante
Mas é bom ficar um dia assim, só pensando.
É bom, para que nos próximos dias, lembremos,
E assim, nos ocupemos ao extremo
Para nunca mais submeter-se à agonia
Que é pensar.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Aquele
Os macios lábios
Como se fosse agora eu lembro
Tão macios
E a tua mão ousada
Engana o tecido
Me toca
E eu sinto estar em lugar nenhum
Você, eu, mais nada
Com meu corpo arrepiado, rendido
Teu toque atravessa minha pele
Penetra fundo
E com a cabeça apoiada no meu corpo
Você me acaricia
E o teu beijo já me envolve por inteiro
E me leva daqui
É aquele meio beijo
Que você me deve o fim
Ele que me fará voar
Até você
Aquele beijo apressado, desencontrado
Ele me fará voar
Como se fosse agora eu lembro
Tão macios
E a tua mão ousada
Engana o tecido
Me toca
E eu sinto estar em lugar nenhum
Você, eu, mais nada
Com meu corpo arrepiado, rendido
Teu toque atravessa minha pele
Penetra fundo
E com a cabeça apoiada no meu corpo
Você me acaricia
E o teu beijo já me envolve por inteiro
E me leva daqui
É aquele meio beijo
Que você me deve o fim
Ele que me fará voar
Até você
Aquele beijo apressado, desencontrado
Ele me fará voar
quarta-feira, 2 de julho de 2008
EuLembro.
Eu lembro de cada passo,
Cada sentimento,
Cada pensamento que passou pela minha cabeça.
Lembro que pensei em não investir,
Um passei amigável somente,
Mas lembro que nossas opiniões não era iguais.
Lembro de tudo que me falou
E ainda me fala.
Tudo que me ensina.
Lembro da doçura dos teus olhos
Da pureza do teu sorriso
Do prazer do teu toque
Seu rosto lindamente entretido
Nos intervalos,
Lembro da tua boca macia,
Por mais que o braço da cadeira atrapalhasse.
Lembro da tua ousadia,
Tão descompromissada.
Lembro da tua mão delicada,
Do teu toque firme
E de tuas curvas provocantes.
Muita coisa, nem sabe,
Ousaria só com você
Sem muito motivo ou entendimento,
Simplesmente, só com você poderia ousar
Eu lembro
E sinto saudade.
Cada sentimento,
Cada pensamento que passou pela minha cabeça.
Lembro que pensei em não investir,
Um passei amigável somente,
Mas lembro que nossas opiniões não era iguais.
Lembro de tudo que me falou
E ainda me fala.
Tudo que me ensina.
Lembro da doçura dos teus olhos
Da pureza do teu sorriso
Do prazer do teu toque
Seu rosto lindamente entretido
Nos intervalos,
Lembro da tua boca macia,
Por mais que o braço da cadeira atrapalhasse.
Lembro da tua ousadia,
Tão descompromissada.
Lembro da tua mão delicada,
Do teu toque firme
E de tuas curvas provocantes.
Muita coisa, nem sabe,
Ousaria só com você
Sem muito motivo ou entendimento,
Simplesmente, só com você poderia ousar
Eu lembro
E sinto saudade.
domingo, 8 de junho de 2008
Inominável.
Eu não entendo o que nisso tudo pode ferir alguém.
Eu não entendo que mal eu faço aos outros pra que eles queram
- por causa de um detalhe -
que as coisas sejam completamente diferentes pra mim.
Não sei porque eles acham mau...
Não sei o que fazer pra fugir disso,
Nem há mais como
(pelo menos é o que eles dizem),
todos me abandonaram e as coisas só pioram.
Os juízes parecem me odiar...
Eles nunca entendem,
Eles não têm impatia pra tanto...
Eles simplismente não entendem
que nada disso é mais que amor...
e que tudo vira uma droga
porque eles escolhem ser assim.
Bitolados.
Simplismente me julgam sem maiores preocupações,
é só o que sabem fazer,
Julgar, apontar, descordar...
Nunca m,e estendem a mão verdadeiramente,
Sem nunca se importar com um bem vertdadeiro para mim
Mas só o que eles consideram bem!
E a vítima acaba sendo eu...
E eu não sei o porque...
não sei o que fazer pra fugir de tudo isso.
Eu tenho medo,
O medo que eles plantaram em mim
E que é a garantia da minha infelicidade.
Uma vida solitária ou uma vida aparentimente com amigos e amores?
Nem sei se é aparente ou realmente,
Eles implataram em mim a idéia de que tudo isso é falso,
Mas eu não posso mais me guiar por eles,
Somos de mundos diferentes agora
E as leis deles não surtem efeito sobre mim
(nunca surtiram verdadeiramente).
E eles ainda acham que é tudo uma opção minha.
Eu não entendo que mal eu faço aos outros pra que eles queram
- por causa de um detalhe -
que as coisas sejam completamente diferentes pra mim.
Não sei porque eles acham mau...
Não sei o que fazer pra fugir disso,
Nem há mais como
(pelo menos é o que eles dizem),
todos me abandonaram e as coisas só pioram.
Os juízes parecem me odiar...
Eles nunca entendem,
Eles não têm impatia pra tanto...
Eles simplismente não entendem
que nada disso é mais que amor...
e que tudo vira uma droga
porque eles escolhem ser assim.
Bitolados.
Simplismente me julgam sem maiores preocupações,
é só o que sabem fazer,
Julgar, apontar, descordar...
Nunca m,e estendem a mão verdadeiramente,
Sem nunca se importar com um bem vertdadeiro para mim
Mas só o que eles consideram bem!
E a vítima acaba sendo eu...
E eu não sei o porque...
não sei o que fazer pra fugir de tudo isso.
Eu tenho medo,
O medo que eles plantaram em mim
E que é a garantia da minha infelicidade.
Uma vida solitária ou uma vida aparentimente com amigos e amores?
Nem sei se é aparente ou realmente,
Eles implataram em mim a idéia de que tudo isso é falso,
Mas eu não posso mais me guiar por eles,
Somos de mundos diferentes agora
E as leis deles não surtem efeito sobre mim
(nunca surtiram verdadeiramente).
E eles ainda acham que é tudo uma opção minha.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
MePerdoe.
Me perdoe,
Por favor,
Se tenho coragem de fazer
O que lhe dá medo
O que sua coragem não alcança
Se, por acaso, ouso fazer
Aquilo que suas normas freiam
Aquilo que seu pseudo-bom-senso acorrenta
É exatamente o que me dá vontade
Desafia
E excita
Por favor,
Se tenho coragem de fazer
O que lhe dá medo
O que sua coragem não alcança
Se, por acaso, ouso fazer
Aquilo que suas normas freiam
Aquilo que seu pseudo-bom-senso acorrenta
É exatamente o que me dá vontade
Desafia
E excita
segunda-feira, 19 de maio de 2008
NãoSeFazNecessárioDestinatário!
Nem sei como dizer.
Você... é você
E não existe elogio maior que esse.
Se um dia alguém for especial,
Ou se eu quiser dizer que realmente é incrível
Ou admirável,
Se um dia tiver que chamar alguém de perfeita
Não ia ter jeito melhor que chamar de Bs.
Você... é você
E não existe elogio maior que esse.
Se um dia alguém for especial,
Ou se eu quiser dizer que realmente é incrível
Ou admirável,
Se um dia tiver que chamar alguém de perfeita
Não ia ter jeito melhor que chamar de Bs.
domingo, 27 de abril de 2008
mecânicaBemIgnorante.
Isso nunca me saciou
Isso nunca me fez feliz
Mas eu insisto no plástico sintético dos botões,
(embora não com tanta vontade)
Eu insisto no erro e o cometo mais e mais vezes...
Sem ter razão lógica.
Agora, tolo eu sou,
Mas sei de tudo isso
E sei que faz mal
E sei que me incomoda
E sei que não desejo a mim
Nem a outro.
Ao menos ignorante não sou.
Porém, os motivos já rotulados,
Embora proclamáveis,
Não me servem de nada,
Não ainda,
Enquanto não passarem de palavras más.
Isso nunca me fez feliz
Mas eu insisto no plástico sintético dos botões,
(embora não com tanta vontade)
Eu insisto no erro e o cometo mais e mais vezes...
Sem ter razão lógica.
Agora, tolo eu sou,
Mas sei de tudo isso
E sei que faz mal
E sei que me incomoda
E sei que não desejo a mim
Nem a outro.
Ao menos ignorante não sou.
Porém, os motivos já rotulados,
Embora proclamáveis,
Não me servem de nada,
Não ainda,
Enquanto não passarem de palavras más.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
aquiNesseQuarteirão
Não olha para trás. O sábio bem sabe,
a amnésia é o alívio do pensante.
Detém-se a esses poucos metros a frente e os torna os mais agradáveis que puder.
Esquece-te da próxima esquina, ela ainda nem existe pra ti.
E diferentemente de Elvis, Nostradamus já morreu.
Por mais que falem, por mais que digam,
Não há rota perfeita em mares virgens.
Na esquina seguinte, acredite, há mais medo do que sofrimento.
Então não te importa, não teme, nem olha.
E menos ainda olha pros teus pés.
Olha pra cima, pro céu. Pois nele te verás.
Sempre ali, sempre igual,
mas sempre diferente e incessantemente em movimento.
a amnésia é o alívio do pensante.
Detém-se a esses poucos metros a frente e os torna os mais agradáveis que puder.
Esquece-te da próxima esquina, ela ainda nem existe pra ti.
E diferentemente de Elvis, Nostradamus já morreu.
Por mais que falem, por mais que digam,
Não há rota perfeita em mares virgens.
Na esquina seguinte, acredite, há mais medo do que sofrimento.
Então não te importa, não teme, nem olha.
E menos ainda olha pros teus pés.
Olha pra cima, pro céu. Pois nele te verás.
Sempre ali, sempre igual,
mas sempre diferente e incessantemente em movimento.
âmagoDaQuestão.
Na realidade, a passividade de minhas atitudes está nesse entrave.
Pois sem ele, com certeza, muitas coisas eu faria mais, sem pensar duas vezes.
E que coisas eu deixaria de fazer?
Hesitar seria uma delas.
Algo que, ao me ver, nesse dado momento, não me vem em benefício, esse entrave.
Muito pelo contrário.
Se é no entrave que está minha passividade, é na passividade que encontra-se minha frustração.
E ainda me pedem mais. Exigem, por assim dizer. Com esses pratos em ponta de varetas, ainda querem que eu faça mais. Caso contrario, me repreende.
E manipulam-me, pois até minha mente já me pune.
Mas como escapar de regras e linhas traçadas desda infância ou antes.
A questão é, seguindo minha dedução (pois nenhuma mais lógica me foi verdadeiramente apresentada), livrando-me do entrave, livro-me da frustração.
Sei bem que isso é hipocrisia.
Mas ao menos com um dos motivos de frustração eliminado, ficará mais fácil combater outros.
Alias, sendo esse o mais forte e confuso dos impasses, creio eu que seria até suportável conviver com as outras 'situações'.
Mas como já foi dito, regras foram marcadas à ferro em brasa, desde pequenino.
Logo, descumprindo-as, a voz de meus pais...e os medos e receios estimulados por eles em minha infância, ressoam em minha mente, portanto, hesito novamente.
E então, aquela luzinha teimosa muitas esperanças não tem mais.
Aquela vibração juvenil de felicidade e entendimento,
aquilo que por um segundo, foi a materialização do consciência de onde eu estava realmente e do que eu poderia ou queria fazer, ou sentir, ou do que verdadeiramente gosto.
Aquilo?
Se foi. Como a luz de um vagalume, esbofeteado em meio a noite escura.
Então me vejo, novamente na escuridão.
E ainda teimoso espero outro vagalume,
torcendo para que o próximo agüente a pancada.
Volubilidade, manipulação, cobranças, frustração e desorientação.
Não era bem assim que meu avô falava da mocidade.
Pois sem ele, com certeza, muitas coisas eu faria mais, sem pensar duas vezes.
E que coisas eu deixaria de fazer?
Hesitar seria uma delas.
Algo que, ao me ver, nesse dado momento, não me vem em benefício, esse entrave.
Muito pelo contrário.
Se é no entrave que está minha passividade, é na passividade que encontra-se minha frustração.
E ainda me pedem mais. Exigem, por assim dizer. Com esses pratos em ponta de varetas, ainda querem que eu faça mais. Caso contrario, me repreende.
E manipulam-me, pois até minha mente já me pune.
Mas como escapar de regras e linhas traçadas desda infância ou antes.
A questão é, seguindo minha dedução (pois nenhuma mais lógica me foi verdadeiramente apresentada), livrando-me do entrave, livro-me da frustração.
Sei bem que isso é hipocrisia.
Mas ao menos com um dos motivos de frustração eliminado, ficará mais fácil combater outros.
Alias, sendo esse o mais forte e confuso dos impasses, creio eu que seria até suportável conviver com as outras 'situações'.
Mas como já foi dito, regras foram marcadas à ferro em brasa, desde pequenino.
Logo, descumprindo-as, a voz de meus pais...e os medos e receios estimulados por eles em minha infância, ressoam em minha mente, portanto, hesito novamente.
E então, aquela luzinha teimosa muitas esperanças não tem mais.
Aquela vibração juvenil de felicidade e entendimento,
aquilo que por um segundo, foi a materialização do consciência de onde eu estava realmente e do que eu poderia ou queria fazer, ou sentir, ou do que verdadeiramente gosto.
Aquilo?
Se foi. Como a luz de um vagalume, esbofeteado em meio a noite escura.
Então me vejo, novamente na escuridão.
E ainda teimoso espero outro vagalume,
torcendo para que o próximo agüente a pancada.
Volubilidade, manipulação, cobranças, frustração e desorientação.
Não era bem assim que meu avô falava da mocidade.
sábado, 19 de abril de 2008
é sabado e já to assim : /
Eu preferia quando as coisas eram mais simples, menores, menos arriscadas.
Agora tudo eh uma eterna corrida em que nós estamos sempre para trás.
As coisas podiam ser um pouco melhores, quem dera tirar umas ferias, uma semana q seja, disso tudo, desse turbilhão que não sessa, nunca para.
E se você, iludindo-se, espera que ele pare, você acaba numa posição pior que antes.
As coisas não são bem como eu queria.
As pessoas não sentem o mesmo que eu. Amor de fim de semana, ou nem isso, só sábado a noite mesmo.
Não. Não é bem assim que quero as coisas pra mim.
Essas pessoas, desapegadas de emoções, não sabem bem o que querem numa noite, um amor, acho q sabem q não o terão.
Mas dificilmente, sabem menos o que querem do que eu.
Agora tudo eh uma eterna corrida em que nós estamos sempre para trás.
As coisas podiam ser um pouco melhores, quem dera tirar umas ferias, uma semana q seja, disso tudo, desse turbilhão que não sessa, nunca para.
E se você, iludindo-se, espera que ele pare, você acaba numa posição pior que antes.
As coisas não são bem como eu queria.
As pessoas não sentem o mesmo que eu. Amor de fim de semana, ou nem isso, só sábado a noite mesmo.
Não. Não é bem assim que quero as coisas pra mim.
Essas pessoas, desapegadas de emoções, não sabem bem o que querem numa noite, um amor, acho q sabem q não o terão.
Mas dificilmente, sabem menos o que querem do que eu.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
masAmanhã.
Você pode dormir agora,
Você pode sonhar agora.
Mas amanhã, baby
Amanhã você vai ter de acordar.
Você pode sonhar agora.
Mas amanhã, baby
Amanhã você vai ter de acordar.
terça-feira, 15 de abril de 2008
O inverno.
É um afago nos cabelos,
Um cafuné.
É o gosto de um doce materno
E uma xícara bem quente de café.
É macio e ocioso
Um descanso que nada tem haver com cansaço
É lento e prazeroso
Não carrega a exaustão do mormaço.
Mas podemos, assim, dizer
Que o inverno é tolo e acomodado.
E que mal pode trazer
Estar quatro meses atrasado?
Um cafuné.
É o gosto de um doce materno
E uma xícara bem quente de café.
É macio e ocioso
Um descanso que nada tem haver com cansaço
É lento e prazeroso
Não carrega a exaustão do mormaço.
Mas podemos, assim, dizer
Que o inverno é tolo e acomodado.
E que mal pode trazer
Estar quatro meses atrasado?
inicinho de tarde.
Esse céu azul preguiçoso, bem do inicinho da tarde, me enche de nada.
e parece que, por um estante, esqueço de tudo.
Olho pra essa folha preguiçosa,
que o vento embala,
bem lentamente
e lembro de nada.
Esse nada tão dengozo
que dá vontade de olhar eternamente
pra azul do céu...pro verde da folha.
Pra sempre...
enquanto o meu tudo não passar de um céu azul
e uma folha pendente.
e parece que, por um estante, esqueço de tudo.
Olho pra essa folha preguiçosa,
que o vento embala,
bem lentamente
e lembro de nada.
Esse nada tão dengozo
que dá vontade de olhar eternamente
pra azul do céu...pro verde da folha.
Pra sempre...
enquanto o meu tudo não passar de um céu azul
e uma folha pendente.
domingo, 13 de abril de 2008
masRápido.
Corra! Corra!
Porque eles vão te alcançar
Corra!
Porque eles vão te capturar,
Te cessar,
Te deter
Corra!
Mas corra rápido!
Abra, Estique bem as pernas!
Porque eles têm passos miúdos
Eles nunca vão te alcançar!
Porque eles vão te alcançar
Corra!
Porque eles vão te capturar,
Te cessar,
Te deter
Corra!
Mas corra rápido!
Abra, Estique bem as pernas!
Porque eles têm passos miúdos
Eles nunca vão te alcançar!
masCorra.
Faça uma tocha de sua camiseta preferida
Ponha o gato de sua avó no microondas
Ainda podemos!
Ainda somos crianças!
Brinque com um cachorro de rua
Conte uma piada para um mendigo
Ainda há tempo!
Ainda não somos adultos!
Mas corra!
Ponha o gato de sua avó no microondas
Ainda podemos!
Ainda somos crianças!
Brinque com um cachorro de rua
Conte uma piada para um mendigo
Ainda há tempo!
Ainda não somos adultos!
Mas corra!
aiVó.
Ai, Vó.
Se tu soubesse
Que o filosofo inda reside
No peito pequeno e infantil do teu neto
Se soubesse que ainda muita coisa tenho para falar e contrapor
Que coisas tantas ainda enchem aquela cabeça de cabelos ralos
E muitas coisas mais, com o espichar das pernas,
Resolveram servir-me de questionamento...
Diferentemente dos doces e tolos conhecidos pela senhora
Esses, creio eu, nem a senhora compreenderia
São tantas coisas, Vó
Que queria lhe contar
Tantas vezes, no natal,
Senti falta, sem saber bem do que,
Hoje eu sei que este vazio
Era o deixado pelo seu sorriso.
E procurar não adiantava,
Ele não volta, né, Vó?
É tão estranho, Vó
Não tinha eu nem preenchido duas mãos de idade,
E mesmo assim, não derramei uma lágrima,
É tão estranho, que agora, homem feito,
Meus olhos marejem ao pensar no seu sorriso.
Ai, Vó
Eu bem sei,
Perfeita Ninguém é
Mas se alguém, um dia, foi capaz de ser quase perfeita
Foi a senhora, Vó Nita
Se tu soubesse
Que o filosofo inda reside
No peito pequeno e infantil do teu neto
Se soubesse que ainda muita coisa tenho para falar e contrapor
Que coisas tantas ainda enchem aquela cabeça de cabelos ralos
E muitas coisas mais, com o espichar das pernas,
Resolveram servir-me de questionamento...
Diferentemente dos doces e tolos conhecidos pela senhora
Esses, creio eu, nem a senhora compreenderia
São tantas coisas, Vó
Que queria lhe contar
Tantas vezes, no natal,
Senti falta, sem saber bem do que,
Hoje eu sei que este vazio
Era o deixado pelo seu sorriso.
E procurar não adiantava,
Ele não volta, né, Vó?
É tão estranho, Vó
Não tinha eu nem preenchido duas mãos de idade,
E mesmo assim, não derramei uma lágrima,
É tão estranho, que agora, homem feito,
Meus olhos marejem ao pensar no seu sorriso.
Ai, Vó
Eu bem sei,
Perfeita Ninguém é
Mas se alguém, um dia, foi capaz de ser quase perfeita
Foi a senhora, Vó Nita
terça-feira, 1 de abril de 2008
MeusRemendos.
Era um garoto franzino,
perdido dentro de uma japona enorme.
Era mirrado,
Tolo menino,
Era errado também.
Seu doces olhos de chocolate
Faziam volume em seu rosto redondo.
A combinar com seus dentes frontais,
Inocentemente quadrados.
Sua sobrancelha ainda pouca,
seus lábios ainda delicados e miúdos.
Calçando um sapatinho minúsculo,
Ele parecia um pouco engraçado até.
Vestiram-no da cor da madeira.
Enterrada em sua cabeça,
Uma boina enjuadamente carmim puseram.
Chamaram-no de mentiroso,
Muitas vezes,
Era verdade.
Era um garoto,
Para que gritar?
Ele aprendeu, num mundo de feras,
A remendar os rasgos,
Porém, eram remendos tolos e desajeitados de uma criança.
Fizeram-no ser firme,
Demonstrar superioridade,
Mesmo que sem necessidade.
Puseram-no estático,
Por mais que cansado,
Puseram-no sob sol,
No calor.
Chamavam-no de homem,
Era só uma criança.
Num dia quente porém,
O miúdo menino,
Vestiu-se de gigante.
Seus olhos teimosos miraram,
Entre os raios de sol,
Acima da muralha.
Ele pode ver,
Haviam coisas.
Haviam diferença e respeito,
O vermelho, lá, parecia suave bonito.
Ninguém fingia ser mal
Ou melhor que ninguém.
O garoto franzino,
Ainda é pequeno,
Ainda se sente só,
Ainda se sente diferente.
Ele já viu muita coisa,
Coisas que nem imaginava existir.
Fora das muralhas,
Ele viu muita coisa colorida,
Mas viu também,
O que não podia ser visto
Por cima daqueles muros.
Viu coisas cinzentas,
Viu pessoas muito parecidas
Com as que viviam entre as muralhas.
Ele nunca entendeu muito bem
Porque as pessoas fazem coisas ruins,
Porque batem
Em quem poderiam afagar.
Agora,
O menino é um pouco maior,
Calça uns números a mais.
Truque do tempo.
Ele não passa de um menino franzino
Com sapatos maiores,
Que não cansa de acariciar
Os desníveis de seus defeituosos remendos infantis,
Esses,
Ele sabe bem,
Não são fáceis de se rebordar.
perdido dentro de uma japona enorme.
Era mirrado,
Tolo menino,
Era errado também.
Seu doces olhos de chocolate
Faziam volume em seu rosto redondo.
A combinar com seus dentes frontais,
Inocentemente quadrados.
Sua sobrancelha ainda pouca,
seus lábios ainda delicados e miúdos.
Calçando um sapatinho minúsculo,
Ele parecia um pouco engraçado até.
Vestiram-no da cor da madeira.
Enterrada em sua cabeça,
Uma boina enjuadamente carmim puseram.
Chamaram-no de mentiroso,
Muitas vezes,
Era verdade.
Era um garoto,
Para que gritar?
Ele aprendeu, num mundo de feras,
A remendar os rasgos,
Porém, eram remendos tolos e desajeitados de uma criança.
Fizeram-no ser firme,
Demonstrar superioridade,
Mesmo que sem necessidade.
Puseram-no estático,
Por mais que cansado,
Puseram-no sob sol,
No calor.
Chamavam-no de homem,
Era só uma criança.
Num dia quente porém,
O miúdo menino,
Vestiu-se de gigante.
Seus olhos teimosos miraram,
Entre os raios de sol,
Acima da muralha.
Ele pode ver,
Haviam coisas.
Haviam diferença e respeito,
O vermelho, lá, parecia suave bonito.
Ninguém fingia ser mal
Ou melhor que ninguém.
O garoto franzino,
Ainda é pequeno,
Ainda se sente só,
Ainda se sente diferente.
Ele já viu muita coisa,
Coisas que nem imaginava existir.
Fora das muralhas,
Ele viu muita coisa colorida,
Mas viu também,
O que não podia ser visto
Por cima daqueles muros.
Viu coisas cinzentas,
Viu pessoas muito parecidas
Com as que viviam entre as muralhas.
Ele nunca entendeu muito bem
Porque as pessoas fazem coisas ruins,
Porque batem
Em quem poderiam afagar.
Agora,
O menino é um pouco maior,
Calça uns números a mais.
Truque do tempo.
Ele não passa de um menino franzino
Com sapatos maiores,
Que não cansa de acariciar
Os desníveis de seus defeituosos remendos infantis,
Esses,
Ele sabe bem,
Não são fáceis de se rebordar.
FrutoCO2.
E é assim que me iludo
É assim que finjo estar vivendo
Às vezes, eu sei viver
Eu consigo,
Mas não sempre.
Nesses momentos,
Eu sou insensível.
Eu sou uma pedra,
O tato me abandona,
Meus olhos não vêem,
Meus ouvidos não ouvem
E minha boca,
Ela fala qualquer coisa plástica,
Uma reles ignorância, uma alienação sem fundamento,
Nada que eu não pudesse dizer, ficando calado.
Por favor! Não necessito de tanto, certo?
Não preciso de muito para ser feliz, não é mesmo?
Por hoje sou um lago raso,
Um boneco inflável,
Um saco de pedregulhos.
Sou tudo,
Tudo de que pior essas coisas possam ser.
Hoje nada sai de mim,
Nada melhor que um inútil CO2.
É assim que finjo estar vivendo
Às vezes, eu sei viver
Eu consigo,
Mas não sempre.
Nesses momentos,
Eu sou insensível.
Eu sou uma pedra,
O tato me abandona,
Meus olhos não vêem,
Meus ouvidos não ouvem
E minha boca,
Ela fala qualquer coisa plástica,
Uma reles ignorância, uma alienação sem fundamento,
Nada que eu não pudesse dizer, ficando calado.
Por favor! Não necessito de tanto, certo?
Não preciso de muito para ser feliz, não é mesmo?
Por hoje sou um lago raso,
Um boneco inflável,
Um saco de pedregulhos.
Sou tudo,
Tudo de que pior essas coisas possam ser.
Hoje nada sai de mim,
Nada melhor que um inútil CO2.
domingo, 30 de março de 2008
Hipocrisia Androideana.
Diz-me tu
Quanto de ti é morte
Quanto de ti é vida.
Diante da luta te veste de forte?
Ou ajoelha-te diante da maldade erguida?
Podeis expor com exatidão?
Sem nós na garganta
ou contradição?
Teus olhos encobrem quanta tormenta?
Tua imponência não me confunde
Existiria tão andróide indivíduo?
Viver e sonhar sem nunca ser ferido?
Nem a ti mesmo teu pedestal ilude.
Tuas cicatrizes e marcas podem ser bem maquiadas
Tua mascara de látex pode te convir
Mas não há dor nos teus ombros depositada
Que outro coração humano já não fez sentir
Quanto de ti é morte
Quanto de ti é vida.
Diante da luta te veste de forte?
Ou ajoelha-te diante da maldade erguida?
Podeis expor com exatidão?
Sem nós na garganta
ou contradição?
Teus olhos encobrem quanta tormenta?
Tua imponência não me confunde
Existiria tão andróide indivíduo?
Viver e sonhar sem nunca ser ferido?
Nem a ti mesmo teu pedestal ilude.
Tuas cicatrizes e marcas podem ser bem maquiadas
Tua mascara de látex pode te convir
Mas não há dor nos teus ombros depositada
Que outro coração humano já não fez sentir
Podes tu amar?
Dizes-me muitas coisas
Se podes tu amar
Ama-me por inteiro
Só assim poderei eu
Sentir tu verdadeiro
Se podes tu amar
Ama-me por inteiro
Só assim poderei eu
Sentir tu verdadeiro
O que vão pensar?
Bom dia, Telésforo!
O que sobrou de você depois de tudo isso?
Esqueça, Teo, você não sabe hibernar ainda. Embora quisesse e talvez pudesse, mas sabe que não
é o caso.
Pequeno Teo, as coisas andam difíceis, parece que só você conhece esse lado, menino. Quem dera
Você lutasse, quem dera ter certeza do mal que há de se enfrentar.
Ó céus, garoto, você vai acabar se suicidando. Afinal, o que quer você? O que espera da vida? Até
que ponto a encruzilhada pode te fazer decepcionado e triste?
O que te trás alegria, menino? Você ainda se lembra do que gosta, do que é? Alegria, lembra-se?
Você ama alguém, Teo? Será que você esqueceu como amar? Será que você esqueceu a importância do amor?
Essa noite você nem dormiu. Essa manhã você nem tinha pelo que acordar.
Não! Não, pobre Teo. Não se mate!
Não seja bobo, olhe tudo a sua volta! Há tanta coisa, tanta coisa que você não alcança! Você é tão
fraco, criança, tão limitado. Pobre menino. Você é tão capaz, apenas não faz idéia. Você é tão frágil, tão incompreendido, tão exigido!
Ah, garoto. Você nem se lembra pelo que viver.
Não se mate, moleque! O que vão pensar?!
O que sobrou de você depois de tudo isso?
Esqueça, Teo, você não sabe hibernar ainda. Embora quisesse e talvez pudesse, mas sabe que não
é o caso.
Pequeno Teo, as coisas andam difíceis, parece que só você conhece esse lado, menino. Quem dera
Você lutasse, quem dera ter certeza do mal que há de se enfrentar.
Ó céus, garoto, você vai acabar se suicidando. Afinal, o que quer você? O que espera da vida? Até
que ponto a encruzilhada pode te fazer decepcionado e triste?
O que te trás alegria, menino? Você ainda se lembra do que gosta, do que é? Alegria, lembra-se?
Você ama alguém, Teo? Será que você esqueceu como amar? Será que você esqueceu a importância do amor?
Essa noite você nem dormiu. Essa manhã você nem tinha pelo que acordar.
Não! Não, pobre Teo. Não se mate!
Não seja bobo, olhe tudo a sua volta! Há tanta coisa, tanta coisa que você não alcança! Você é tão
fraco, criança, tão limitado. Pobre menino. Você é tão capaz, apenas não faz idéia. Você é tão frágil, tão incompreendido, tão exigido!
Ah, garoto. Você nem se lembra pelo que viver.
Não se mate, moleque! O que vão pensar?!
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Uma Cabeleira Alá Beatles.
Foi alguém, assim sem importância, como alguém a quem se pede as horas na rua.
Foi assim que conheci alguém, sem nem perceber que conhecia.
Um motivo bem besta, com uma pitada de preguiça de vasculhar.
Alguém a quem pedi umas imagens de uma banda antiga para pendurar na parede.
Ele se chamava Ringo, pelo menos assim que estava escrito ao lado de uma foto em preto e branco, antiga, de um homem de bigode e cabeleira alá Beatles.
Então, foi por tal pretexto sem grande fundamento que comecei uma conversa, a primeira e a de menos graça de muitas outras ótimas que viriam.
Sem perceber, ele me contou o de pior que ele tinha. O de melhor, não foi preciso, pois descobri, pouco a pouco, a cada linha que ele me escrevia.
Pensei realmente que não existisse ninguém que visse o que eu vejo, do jeito que vejo.
As semelhanças e coincidências, foram me mostrando, a cada dia, que realmente valeu a pena pedir aquelas imagens em preto e branco de um completo desconhecido, que eu conhecia mais do que imaginava.
E nele compreendi tudo, assim como eu esperava de um amigo, um irmão, ele fez o mesmo. E as partes mais assustadoras de nós mesmos, quando contadas um ao outro, não nos espantavamos, riamos. Afinal, aquilo já era tão cotidiano e tão reservado a nós que chegava a ser engraçado pertubar alguem que não nós mesmos.
E sentimos as mesmas coisas, as mesmas crises (peculiares de quem pensa), os mesmos gostos musicais, e os filmes que não esquecemos são os mesmo também.
Como pode tanta igualdade?
Temos nossas diferenças, mas elas não são necessárias citar. Se a tanto em comum, pra que menciona-las então?
Afinal pra que discordar nas pequinesas inúteis quando concordamos em coisas tão maiores?
Não me pergunte o porquê ou razão, mas sei que conhecer alguém tão parecido a mim mesmo, por mais que não me traga respostas, me faz um bem que ainda não sei descrever em grafia e tinta.
Foi assim que conheci alguém, sem nem perceber que conhecia.
Um motivo bem besta, com uma pitada de preguiça de vasculhar.
Alguém a quem pedi umas imagens de uma banda antiga para pendurar na parede.
Ele se chamava Ringo, pelo menos assim que estava escrito ao lado de uma foto em preto e branco, antiga, de um homem de bigode e cabeleira alá Beatles.
Então, foi por tal pretexto sem grande fundamento que comecei uma conversa, a primeira e a de menos graça de muitas outras ótimas que viriam.
Sem perceber, ele me contou o de pior que ele tinha. O de melhor, não foi preciso, pois descobri, pouco a pouco, a cada linha que ele me escrevia.
Pensei realmente que não existisse ninguém que visse o que eu vejo, do jeito que vejo.
As semelhanças e coincidências, foram me mostrando, a cada dia, que realmente valeu a pena pedir aquelas imagens em preto e branco de um completo desconhecido, que eu conhecia mais do que imaginava.
E nele compreendi tudo, assim como eu esperava de um amigo, um irmão, ele fez o mesmo. E as partes mais assustadoras de nós mesmos, quando contadas um ao outro, não nos espantavamos, riamos. Afinal, aquilo já era tão cotidiano e tão reservado a nós que chegava a ser engraçado pertubar alguem que não nós mesmos.
E sentimos as mesmas coisas, as mesmas crises (peculiares de quem pensa), os mesmos gostos musicais, e os filmes que não esquecemos são os mesmo também.
Como pode tanta igualdade?
Temos nossas diferenças, mas elas não são necessárias citar. Se a tanto em comum, pra que menciona-las então?
Afinal pra que discordar nas pequinesas inúteis quando concordamos em coisas tão maiores?
Não me pergunte o porquê ou razão, mas sei que conhecer alguém tão parecido a mim mesmo, por mais que não me traga respostas, me faz um bem que ainda não sei descrever em grafia e tinta.
Sem Mais Rebusques, A Indignação.
Perdi um amigo,
que nunca tive.
E é isso que não me deixa entristecer nisso tudo.
Fui fiel aos meus princípios e ao meu ponto de vista, ao menos uma vez, sem medo de desapontar ou não, alguém que provavelmente não sentiria um só nó na garganta caso eu morresse amanhã.
Divagações têm de ser curtas, disso eu sei. Mas na dada ocasião, fiz mais que questão de ignorar tal básica regra.
Vejam só, ignorante, ele quis me mostrar que no meio de gente podre pode-se ser feliz.
Não, não é falta de filosofia que me faz dizer que sou mais ou menos feliz por estar aqui ou ali.
E isso nem mesmo vem ao caso.
Ao que me refiro é algo menos polêmico.
Essa criatura, que acredito ter uma visão bidimensional, tridimensional seria até muito pra ele. Esse ser teve coragem de argumentar que se pode ser feliz mesmo passando a vida tentando pisar nos outros, e sendo pisado, ao mesmo tempo.
Por favor, é nessa linha de indignação mais do que de pensamento, e na falta de uma boa leitura a mais de semana que escrevo isso sem nenhum interesse de ser eloqüente ou melódico. Creio que seria pior que o meu 'caro amigo', se com tal intenção tivesse escrevendo algo mais desconexo e sem fim ou inicio do que isso.
Mas o caso, sem muito mais enrolação, o verdadeiro centro da indignação, é a pergunta que me atormenta.
Como um ser pensante pode se considerar feliz vivendo no lixo, no meio de ratos e porcos??
Isso seria absurdo e não atormentador, se não fosse o fato do tal sujeito acreditar que sendo lixo, sendo um rato, um porco, pudesse ser feliz.
Isso pode ser aceitável pra alguém, em algum lugar, que não seja meu ex-colega de argumentações.
Mas sinto muito, meu 'caro amigo',
é sem pesar algum que lhe digo adeus.
Minha empatia não chega a tanto.
que nunca tive.
E é isso que não me deixa entristecer nisso tudo.
Fui fiel aos meus princípios e ao meu ponto de vista, ao menos uma vez, sem medo de desapontar ou não, alguém que provavelmente não sentiria um só nó na garganta caso eu morresse amanhã.
Divagações têm de ser curtas, disso eu sei. Mas na dada ocasião, fiz mais que questão de ignorar tal básica regra.
Vejam só, ignorante, ele quis me mostrar que no meio de gente podre pode-se ser feliz.
Não, não é falta de filosofia que me faz dizer que sou mais ou menos feliz por estar aqui ou ali.
E isso nem mesmo vem ao caso.
Ao que me refiro é algo menos polêmico.
Essa criatura, que acredito ter uma visão bidimensional, tridimensional seria até muito pra ele. Esse ser teve coragem de argumentar que se pode ser feliz mesmo passando a vida tentando pisar nos outros, e sendo pisado, ao mesmo tempo.
Por favor, é nessa linha de indignação mais do que de pensamento, e na falta de uma boa leitura a mais de semana que escrevo isso sem nenhum interesse de ser eloqüente ou melódico. Creio que seria pior que o meu 'caro amigo', se com tal intenção tivesse escrevendo algo mais desconexo e sem fim ou inicio do que isso.
Mas o caso, sem muito mais enrolação, o verdadeiro centro da indignação, é a pergunta que me atormenta.
Como um ser pensante pode se considerar feliz vivendo no lixo, no meio de ratos e porcos??
Isso seria absurdo e não atormentador, se não fosse o fato do tal sujeito acreditar que sendo lixo, sendo um rato, um porco, pudesse ser feliz.
Isso pode ser aceitável pra alguém, em algum lugar, que não seja meu ex-colega de argumentações.
Mas sinto muito, meu 'caro amigo',
é sem pesar algum que lhe digo adeus.
Minha empatia não chega a tanto.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Depressão Dedutiva.
Quando estou triste
Quarlquer alegria
Mais me intristesse
Alguns chamam isso de inveja.
É horrível ser dominado por isso,
Ser servo desta coisa.
E o pior é que sei como me livrar disso,
Ao menos na teoria,
Esse é o meu apelo.
Mas quantas pessoas sabem que
Não podem beber
E mesmo asssim bebem?
Sabemos o que nos alegra,
Sabemos oque podemos fazer
Para isso passar
Mas ainda assim insistimos nesse estado.
Acho que isso é uma espécie de vício também.
Você me acharia louco
(quem sabe você até tenha razão)
pois tenho a impressão que
reside algum prazer nisso,
Não sei bem,
Uma vontade de não se recuperar do choramingo.
Pois bem, sou demente então.
Essa demência sou eu quem carrega.
Mas talvez já esteja fazendo muito peso.
Quarlquer alegria
Mais me intristesse
Alguns chamam isso de inveja.
É horrível ser dominado por isso,
Ser servo desta coisa.
E o pior é que sei como me livrar disso,
Ao menos na teoria,
Esse é o meu apelo.
Mas quantas pessoas sabem que
Não podem beber
E mesmo asssim bebem?
Sabemos o que nos alegra,
Sabemos oque podemos fazer
Para isso passar
Mas ainda assim insistimos nesse estado.
Acho que isso é uma espécie de vício também.
Você me acharia louco
(quem sabe você até tenha razão)
pois tenho a impressão que
reside algum prazer nisso,
Não sei bem,
Uma vontade de não se recuperar do choramingo.
Pois bem, sou demente então.
Essa demência sou eu quem carrega.
Mas talvez já esteja fazendo muito peso.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Prece.
Você
Que eu não sei se foi nomeado
Que não sei donde surgiu
Ou se não passa de mais um pobre desgraçado
Que de tal tarefa o destino o incumbiu
Não sei se foi doutrinado
Pelo bem ou pelo mal
Ou se acaso existe fora de meu universo mental
Peço a você,
Pois mais rebusques não acho necessário,
Não a uma criatura que não mais se vê,
Por mais que as bocas de ti façam uso diário.
Na incerteza de sua existência,
Ou se lhe interessa minha prece,
Ou se ainda tem alguma influência
Sobre a humanidade que aqui padece.
Peço agora sem mais rodeios
E na ausência de termos meios
Dai ao fraco a ignorância,
Cruel seria dar o saber
A quem não o pode seguir sem temer
A dor do caminho e da distância.
Dai ao forte a sabedoria,
Expor à ignorância um ser capaz,
Catastrófico seria,
Só traria desgraça a todos os demais.
E dai ao pobre desgraçado,
Ao que permanece desclassificado
Entre sábio e ignorante.
Dá-lhe garra e um destino altivo
Pois tal medíocre, sem nenhum motivo,
Permanecerá vagando errante.
Que eu não sei se foi nomeado
Que não sei donde surgiu
Ou se não passa de mais um pobre desgraçado
Que de tal tarefa o destino o incumbiu
Não sei se foi doutrinado
Pelo bem ou pelo mal
Ou se acaso existe fora de meu universo mental
Peço a você,
Pois mais rebusques não acho necessário,
Não a uma criatura que não mais se vê,
Por mais que as bocas de ti façam uso diário.
Na incerteza de sua existência,
Ou se lhe interessa minha prece,
Ou se ainda tem alguma influência
Sobre a humanidade que aqui padece.
Peço agora sem mais rodeios
E na ausência de termos meios
Dai ao fraco a ignorância,
Cruel seria dar o saber
A quem não o pode seguir sem temer
A dor do caminho e da distância.
Dai ao forte a sabedoria,
Expor à ignorância um ser capaz,
Catastrófico seria,
Só traria desgraça a todos os demais.
E dai ao pobre desgraçado,
Ao que permanece desclassificado
Entre sábio e ignorante.
Dá-lhe garra e um destino altivo
Pois tal medíocre, sem nenhum motivo,
Permanecerá vagando errante.
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Atrás de Teus Olhos.
Não importa a dor que te abate,
O pintor que te retrate.
O que importa é o que se esconde
Atrás de teus olhos.
O pintor que te retrate.
O que importa é o que se esconde
Atrás de teus olhos.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Aos 40.
E se eu dissesse que tudo que conquistei,
Tudo pelo que batalhei
Não tem valor algum?
O dinheiro não me fez mais feliz
Eu continuo sendo aquele adolescente
patético e solitário
Mas que no lugar de incertezas
Tem a certeza de uma vida fracassada,
sem esperanças mais
Escrevo isso aos meus 40 anos
Estou envelhecido,
Sem nada pelo que viver
Nem niguem
Ainda vivendo a vida dos outros
E esquecendo da minha
Fiz uma escolha
Entre duas trilhas muito parecidas
Mas completamente opostas
Passaram-se quase duas décadas
E continuo a sentir aquela dor sem machucado
Aquela dor de quem não arrisca
Aquela dor pós-não-batalha
A dor do covarde
A dor do medo
A dor do arrependimento
Tarde demais.
Tudo pelo que batalhei
Não tem valor algum?
O dinheiro não me fez mais feliz
Eu continuo sendo aquele adolescente
patético e solitário
Mas que no lugar de incertezas
Tem a certeza de uma vida fracassada,
sem esperanças mais
Escrevo isso aos meus 40 anos
Estou envelhecido,
Sem nada pelo que viver
Nem niguem
Ainda vivendo a vida dos outros
E esquecendo da minha
Fiz uma escolha
Entre duas trilhas muito parecidas
Mas completamente opostas
Passaram-se quase duas décadas
E continuo a sentir aquela dor sem machucado
Aquela dor de quem não arrisca
Aquela dor pós-não-batalha
A dor do covarde
A dor do medo
A dor do arrependimento
Tarde demais.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Cortez Gentilesa.
Na incapacidade de ser adolescente,
nessa falta de aptidão para ser feliz,
faço-me vil residente
da tristeza pelo que não fiz.
Essa tristeza que não tem nome
que mais se assemelha a fome,
ambição eterna
daquilo que nossa mão ainda não governa.
A carência dela é franca.
Não deseja matar.
Não deseja para seu par a forca.
Só deseja amar
a quem não seja tão forte,
a quem sua mão segurar persistente.
Cônjuges eternamente.
Unidos além da morte.
No vazio,
a tristeza gentil
oferece a sua companhia
aos que vagam sem guia.
nessa falta de aptidão para ser feliz,
faço-me vil residente
da tristeza pelo que não fiz.
Essa tristeza que não tem nome
que mais se assemelha a fome,
ambição eterna
daquilo que nossa mão ainda não governa.
A carência dela é franca.
Não deseja matar.
Não deseja para seu par a forca.
Só deseja amar
a quem não seja tão forte,
a quem sua mão segurar persistente.
Cônjuges eternamente.
Unidos além da morte.
No vazio,
a tristeza gentil
oferece a sua companhia
aos que vagam sem guia.
domingo, 6 de janeiro de 2008
O Que Basta.
Descobri que não é só de suor que faz o homem.
Descobri que as coisas mais difíceis de fazer
não são ensinadas na escola.
Descobri que as escolhas não se limitam
à bifurcação entre o certo e o errado.
Descobri que o que torna um homem inteligente
é saber escolher o caminho certo
sem ter placas,
sem nem mesmo existir um.
É saber escolher o seu próprio melhor caminho,
é ter certeza da sua própria verdade.
Sem ser cegado por medos,
por comodidades.
É largar-se ao léu,
não com a exata certeza de ser o melhor caminho,
mas sim o desejado,
sem distorções covardes.
O caminho que lhe fará mais feliz,
onde se sentirá inteiro,
sem vontades reprimidas,
sem sentimentos sufocados,
sem movimentos calculados.
Dividido ao meio,
como saber que parte de mim quer ir para
o lado que eu quero?
Como fundir água e óleo?
Saber o que quer é o que basta ao homem, é o que basta à mim.
Descobri que as coisas mais difíceis de fazer
não são ensinadas na escola.
Descobri que as escolhas não se limitam
à bifurcação entre o certo e o errado.
Descobri que o que torna um homem inteligente
é saber escolher o caminho certo
sem ter placas,
sem nem mesmo existir um.
É saber escolher o seu próprio melhor caminho,
é ter certeza da sua própria verdade.
Sem ser cegado por medos,
por comodidades.
É largar-se ao léu,
não com a exata certeza de ser o melhor caminho,
mas sim o desejado,
sem distorções covardes.
O caminho que lhe fará mais feliz,
onde se sentirá inteiro,
sem vontades reprimidas,
sem sentimentos sufocados,
sem movimentos calculados.
Dividido ao meio,
como saber que parte de mim quer ir para
o lado que eu quero?
Como fundir água e óleo?
Saber o que quer é o que basta ao homem, é o que basta à mim.
sábado, 5 de janeiro de 2008
Grato Murmúrio.
Por pretensão nomeei o inominável.
Sem forma, cor ou odor,
me toma pelo pescoço,
me prostra de pé.
Possível delírio,
possível insanidade,
possível ilusão.
Seus gestos ligeiros
transformam minhas vis emoções em muletas de tinta,
meu cansaço em força,
meu suor em garra,
pedrisco em pérola.
Me ilude.
Torna o pior de mim em algo belo,
que constrói,
que me sustenta.
A ti me agarro no tropeço, Prestidigitador.
Obrigado, seja o que for.
Sem forma, cor ou odor,
me toma pelo pescoço,
me prostra de pé.
Possível delírio,
possível insanidade,
possível ilusão.
Seus gestos ligeiros
transformam minhas vis emoções em muletas de tinta,
meu cansaço em força,
meu suor em garra,
pedrisco em pérola.
Me ilude.
Torna o pior de mim em algo belo,
que constrói,
que me sustenta.
A ti me agarro no tropeço, Prestidigitador.
Obrigado, seja o que for.
Poeira do Vento.
Pois quando tenho folga de tempo,
quando não tenho nuvem na mente,
é quando não tenho nada para dar.
A sombra do coqueiro é a musa mais fútil,
idéias vazias e sem nexo é o que me sobra.
É na tormenta que minha mente brilha.
É no turbilhão do reflexo, ato-resposta,
que minha emoções afloram,
que a fumaça esbranquiçada escapa por meus poros.
Não pela minha vontade,
nem por oposição a ela.
É simplesmente um fenómeno incompreensível à minha mente,
o Prestidigitador.
Na certeza da reta sou interceptado.
Com os olhos retos no horizonte sou escolhido.
Mas quando vago sem lado,
de olhar inclinado,
não passo de nada,
não sirvo para nada,
a poeira do vento à sombra de um coqueiro.
quando não tenho nuvem na mente,
é quando não tenho nada para dar.
A sombra do coqueiro é a musa mais fútil,
idéias vazias e sem nexo é o que me sobra.
É na tormenta que minha mente brilha.
É no turbilhão do reflexo, ato-resposta,
que minha emoções afloram,
que a fumaça esbranquiçada escapa por meus poros.
Não pela minha vontade,
nem por oposição a ela.
É simplesmente um fenómeno incompreensível à minha mente,
o Prestidigitador.
Na certeza da reta sou interceptado.
Com os olhos retos no horizonte sou escolhido.
Mas quando vago sem lado,
de olhar inclinado,
não passo de nada,
não sirvo para nada,
a poeira do vento à sombra de um coqueiro.
Citações NÃOminhas.
"Em parte eu penso que quero isso,
e em parte penso que não quero.
Mas se a parte que pensa que não quero
esteja só com medo?"
"Ser ou nao ser?
Eis a questão."
e em parte penso que não quero.
Mas se a parte que pensa que não quero
esteja só com medo?"
"Ser ou nao ser?
Eis a questão."
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