Isso nunca me saciou
Isso nunca me fez feliz
Mas eu insisto no plástico sintético dos botões,
(embora não com tanta vontade)
Eu insisto no erro e o cometo mais e mais vezes...
Sem ter razão lógica.
Agora, tolo eu sou,
Mas sei de tudo isso
E sei que faz mal
E sei que me incomoda
E sei que não desejo a mim
Nem a outro.
Ao menos ignorante não sou.
Porém, os motivos já rotulados,
Embora proclamáveis,
Não me servem de nada,
Não ainda,
Enquanto não passarem de palavras más.
domingo, 27 de abril de 2008
segunda-feira, 21 de abril de 2008
aquiNesseQuarteirão
Não olha para trás. O sábio bem sabe,
a amnésia é o alívio do pensante.
Detém-se a esses poucos metros a frente e os torna os mais agradáveis que puder.
Esquece-te da próxima esquina, ela ainda nem existe pra ti.
E diferentemente de Elvis, Nostradamus já morreu.
Por mais que falem, por mais que digam,
Não há rota perfeita em mares virgens.
Na esquina seguinte, acredite, há mais medo do que sofrimento.
Então não te importa, não teme, nem olha.
E menos ainda olha pros teus pés.
Olha pra cima, pro céu. Pois nele te verás.
Sempre ali, sempre igual,
mas sempre diferente e incessantemente em movimento.
a amnésia é o alívio do pensante.
Detém-se a esses poucos metros a frente e os torna os mais agradáveis que puder.
Esquece-te da próxima esquina, ela ainda nem existe pra ti.
E diferentemente de Elvis, Nostradamus já morreu.
Por mais que falem, por mais que digam,
Não há rota perfeita em mares virgens.
Na esquina seguinte, acredite, há mais medo do que sofrimento.
Então não te importa, não teme, nem olha.
E menos ainda olha pros teus pés.
Olha pra cima, pro céu. Pois nele te verás.
Sempre ali, sempre igual,
mas sempre diferente e incessantemente em movimento.
âmagoDaQuestão.
Na realidade, a passividade de minhas atitudes está nesse entrave.
Pois sem ele, com certeza, muitas coisas eu faria mais, sem pensar duas vezes.
E que coisas eu deixaria de fazer?
Hesitar seria uma delas.
Algo que, ao me ver, nesse dado momento, não me vem em benefício, esse entrave.
Muito pelo contrário.
Se é no entrave que está minha passividade, é na passividade que encontra-se minha frustração.
E ainda me pedem mais. Exigem, por assim dizer. Com esses pratos em ponta de varetas, ainda querem que eu faça mais. Caso contrario, me repreende.
E manipulam-me, pois até minha mente já me pune.
Mas como escapar de regras e linhas traçadas desda infância ou antes.
A questão é, seguindo minha dedução (pois nenhuma mais lógica me foi verdadeiramente apresentada), livrando-me do entrave, livro-me da frustração.
Sei bem que isso é hipocrisia.
Mas ao menos com um dos motivos de frustração eliminado, ficará mais fácil combater outros.
Alias, sendo esse o mais forte e confuso dos impasses, creio eu que seria até suportável conviver com as outras 'situações'.
Mas como já foi dito, regras foram marcadas à ferro em brasa, desde pequenino.
Logo, descumprindo-as, a voz de meus pais...e os medos e receios estimulados por eles em minha infância, ressoam em minha mente, portanto, hesito novamente.
E então, aquela luzinha teimosa muitas esperanças não tem mais.
Aquela vibração juvenil de felicidade e entendimento,
aquilo que por um segundo, foi a materialização do consciência de onde eu estava realmente e do que eu poderia ou queria fazer, ou sentir, ou do que verdadeiramente gosto.
Aquilo?
Se foi. Como a luz de um vagalume, esbofeteado em meio a noite escura.
Então me vejo, novamente na escuridão.
E ainda teimoso espero outro vagalume,
torcendo para que o próximo agüente a pancada.
Volubilidade, manipulação, cobranças, frustração e desorientação.
Não era bem assim que meu avô falava da mocidade.
Pois sem ele, com certeza, muitas coisas eu faria mais, sem pensar duas vezes.
E que coisas eu deixaria de fazer?
Hesitar seria uma delas.
Algo que, ao me ver, nesse dado momento, não me vem em benefício, esse entrave.
Muito pelo contrário.
Se é no entrave que está minha passividade, é na passividade que encontra-se minha frustração.
E ainda me pedem mais. Exigem, por assim dizer. Com esses pratos em ponta de varetas, ainda querem que eu faça mais. Caso contrario, me repreende.
E manipulam-me, pois até minha mente já me pune.
Mas como escapar de regras e linhas traçadas desda infância ou antes.
A questão é, seguindo minha dedução (pois nenhuma mais lógica me foi verdadeiramente apresentada), livrando-me do entrave, livro-me da frustração.
Sei bem que isso é hipocrisia.
Mas ao menos com um dos motivos de frustração eliminado, ficará mais fácil combater outros.
Alias, sendo esse o mais forte e confuso dos impasses, creio eu que seria até suportável conviver com as outras 'situações'.
Mas como já foi dito, regras foram marcadas à ferro em brasa, desde pequenino.
Logo, descumprindo-as, a voz de meus pais...e os medos e receios estimulados por eles em minha infância, ressoam em minha mente, portanto, hesito novamente.
E então, aquela luzinha teimosa muitas esperanças não tem mais.
Aquela vibração juvenil de felicidade e entendimento,
aquilo que por um segundo, foi a materialização do consciência de onde eu estava realmente e do que eu poderia ou queria fazer, ou sentir, ou do que verdadeiramente gosto.
Aquilo?
Se foi. Como a luz de um vagalume, esbofeteado em meio a noite escura.
Então me vejo, novamente na escuridão.
E ainda teimoso espero outro vagalume,
torcendo para que o próximo agüente a pancada.
Volubilidade, manipulação, cobranças, frustração e desorientação.
Não era bem assim que meu avô falava da mocidade.
sábado, 19 de abril de 2008
é sabado e já to assim : /
Eu preferia quando as coisas eram mais simples, menores, menos arriscadas.
Agora tudo eh uma eterna corrida em que nós estamos sempre para trás.
As coisas podiam ser um pouco melhores, quem dera tirar umas ferias, uma semana q seja, disso tudo, desse turbilhão que não sessa, nunca para.
E se você, iludindo-se, espera que ele pare, você acaba numa posição pior que antes.
As coisas não são bem como eu queria.
As pessoas não sentem o mesmo que eu. Amor de fim de semana, ou nem isso, só sábado a noite mesmo.
Não. Não é bem assim que quero as coisas pra mim.
Essas pessoas, desapegadas de emoções, não sabem bem o que querem numa noite, um amor, acho q sabem q não o terão.
Mas dificilmente, sabem menos o que querem do que eu.
Agora tudo eh uma eterna corrida em que nós estamos sempre para trás.
As coisas podiam ser um pouco melhores, quem dera tirar umas ferias, uma semana q seja, disso tudo, desse turbilhão que não sessa, nunca para.
E se você, iludindo-se, espera que ele pare, você acaba numa posição pior que antes.
As coisas não são bem como eu queria.
As pessoas não sentem o mesmo que eu. Amor de fim de semana, ou nem isso, só sábado a noite mesmo.
Não. Não é bem assim que quero as coisas pra mim.
Essas pessoas, desapegadas de emoções, não sabem bem o que querem numa noite, um amor, acho q sabem q não o terão.
Mas dificilmente, sabem menos o que querem do que eu.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
masAmanhã.
Você pode dormir agora,
Você pode sonhar agora.
Mas amanhã, baby
Amanhã você vai ter de acordar.
Você pode sonhar agora.
Mas amanhã, baby
Amanhã você vai ter de acordar.
terça-feira, 15 de abril de 2008
O inverno.
É um afago nos cabelos,
Um cafuné.
É o gosto de um doce materno
E uma xícara bem quente de café.
É macio e ocioso
Um descanso que nada tem haver com cansaço
É lento e prazeroso
Não carrega a exaustão do mormaço.
Mas podemos, assim, dizer
Que o inverno é tolo e acomodado.
E que mal pode trazer
Estar quatro meses atrasado?
Um cafuné.
É o gosto de um doce materno
E uma xícara bem quente de café.
É macio e ocioso
Um descanso que nada tem haver com cansaço
É lento e prazeroso
Não carrega a exaustão do mormaço.
Mas podemos, assim, dizer
Que o inverno é tolo e acomodado.
E que mal pode trazer
Estar quatro meses atrasado?
inicinho de tarde.
Esse céu azul preguiçoso, bem do inicinho da tarde, me enche de nada.
e parece que, por um estante, esqueço de tudo.
Olho pra essa folha preguiçosa,
que o vento embala,
bem lentamente
e lembro de nada.
Esse nada tão dengozo
que dá vontade de olhar eternamente
pra azul do céu...pro verde da folha.
Pra sempre...
enquanto o meu tudo não passar de um céu azul
e uma folha pendente.
e parece que, por um estante, esqueço de tudo.
Olho pra essa folha preguiçosa,
que o vento embala,
bem lentamente
e lembro de nada.
Esse nada tão dengozo
que dá vontade de olhar eternamente
pra azul do céu...pro verde da folha.
Pra sempre...
enquanto o meu tudo não passar de um céu azul
e uma folha pendente.
domingo, 13 de abril de 2008
masRápido.
Corra! Corra!
Porque eles vão te alcançar
Corra!
Porque eles vão te capturar,
Te cessar,
Te deter
Corra!
Mas corra rápido!
Abra, Estique bem as pernas!
Porque eles têm passos miúdos
Eles nunca vão te alcançar!
Porque eles vão te alcançar
Corra!
Porque eles vão te capturar,
Te cessar,
Te deter
Corra!
Mas corra rápido!
Abra, Estique bem as pernas!
Porque eles têm passos miúdos
Eles nunca vão te alcançar!
masCorra.
Faça uma tocha de sua camiseta preferida
Ponha o gato de sua avó no microondas
Ainda podemos!
Ainda somos crianças!
Brinque com um cachorro de rua
Conte uma piada para um mendigo
Ainda há tempo!
Ainda não somos adultos!
Mas corra!
Ponha o gato de sua avó no microondas
Ainda podemos!
Ainda somos crianças!
Brinque com um cachorro de rua
Conte uma piada para um mendigo
Ainda há tempo!
Ainda não somos adultos!
Mas corra!
aiVó.
Ai, Vó.
Se tu soubesse
Que o filosofo inda reside
No peito pequeno e infantil do teu neto
Se soubesse que ainda muita coisa tenho para falar e contrapor
Que coisas tantas ainda enchem aquela cabeça de cabelos ralos
E muitas coisas mais, com o espichar das pernas,
Resolveram servir-me de questionamento...
Diferentemente dos doces e tolos conhecidos pela senhora
Esses, creio eu, nem a senhora compreenderia
São tantas coisas, Vó
Que queria lhe contar
Tantas vezes, no natal,
Senti falta, sem saber bem do que,
Hoje eu sei que este vazio
Era o deixado pelo seu sorriso.
E procurar não adiantava,
Ele não volta, né, Vó?
É tão estranho, Vó
Não tinha eu nem preenchido duas mãos de idade,
E mesmo assim, não derramei uma lágrima,
É tão estranho, que agora, homem feito,
Meus olhos marejem ao pensar no seu sorriso.
Ai, Vó
Eu bem sei,
Perfeita Ninguém é
Mas se alguém, um dia, foi capaz de ser quase perfeita
Foi a senhora, Vó Nita
Se tu soubesse
Que o filosofo inda reside
No peito pequeno e infantil do teu neto
Se soubesse que ainda muita coisa tenho para falar e contrapor
Que coisas tantas ainda enchem aquela cabeça de cabelos ralos
E muitas coisas mais, com o espichar das pernas,
Resolveram servir-me de questionamento...
Diferentemente dos doces e tolos conhecidos pela senhora
Esses, creio eu, nem a senhora compreenderia
São tantas coisas, Vó
Que queria lhe contar
Tantas vezes, no natal,
Senti falta, sem saber bem do que,
Hoje eu sei que este vazio
Era o deixado pelo seu sorriso.
E procurar não adiantava,
Ele não volta, né, Vó?
É tão estranho, Vó
Não tinha eu nem preenchido duas mãos de idade,
E mesmo assim, não derramei uma lágrima,
É tão estranho, que agora, homem feito,
Meus olhos marejem ao pensar no seu sorriso.
Ai, Vó
Eu bem sei,
Perfeita Ninguém é
Mas se alguém, um dia, foi capaz de ser quase perfeita
Foi a senhora, Vó Nita
terça-feira, 1 de abril de 2008
MeusRemendos.
Era um garoto franzino,
perdido dentro de uma japona enorme.
Era mirrado,
Tolo menino,
Era errado também.
Seu doces olhos de chocolate
Faziam volume em seu rosto redondo.
A combinar com seus dentes frontais,
Inocentemente quadrados.
Sua sobrancelha ainda pouca,
seus lábios ainda delicados e miúdos.
Calçando um sapatinho minúsculo,
Ele parecia um pouco engraçado até.
Vestiram-no da cor da madeira.
Enterrada em sua cabeça,
Uma boina enjuadamente carmim puseram.
Chamaram-no de mentiroso,
Muitas vezes,
Era verdade.
Era um garoto,
Para que gritar?
Ele aprendeu, num mundo de feras,
A remendar os rasgos,
Porém, eram remendos tolos e desajeitados de uma criança.
Fizeram-no ser firme,
Demonstrar superioridade,
Mesmo que sem necessidade.
Puseram-no estático,
Por mais que cansado,
Puseram-no sob sol,
No calor.
Chamavam-no de homem,
Era só uma criança.
Num dia quente porém,
O miúdo menino,
Vestiu-se de gigante.
Seus olhos teimosos miraram,
Entre os raios de sol,
Acima da muralha.
Ele pode ver,
Haviam coisas.
Haviam diferença e respeito,
O vermelho, lá, parecia suave bonito.
Ninguém fingia ser mal
Ou melhor que ninguém.
O garoto franzino,
Ainda é pequeno,
Ainda se sente só,
Ainda se sente diferente.
Ele já viu muita coisa,
Coisas que nem imaginava existir.
Fora das muralhas,
Ele viu muita coisa colorida,
Mas viu também,
O que não podia ser visto
Por cima daqueles muros.
Viu coisas cinzentas,
Viu pessoas muito parecidas
Com as que viviam entre as muralhas.
Ele nunca entendeu muito bem
Porque as pessoas fazem coisas ruins,
Porque batem
Em quem poderiam afagar.
Agora,
O menino é um pouco maior,
Calça uns números a mais.
Truque do tempo.
Ele não passa de um menino franzino
Com sapatos maiores,
Que não cansa de acariciar
Os desníveis de seus defeituosos remendos infantis,
Esses,
Ele sabe bem,
Não são fáceis de se rebordar.
perdido dentro de uma japona enorme.
Era mirrado,
Tolo menino,
Era errado também.
Seu doces olhos de chocolate
Faziam volume em seu rosto redondo.
A combinar com seus dentes frontais,
Inocentemente quadrados.
Sua sobrancelha ainda pouca,
seus lábios ainda delicados e miúdos.
Calçando um sapatinho minúsculo,
Ele parecia um pouco engraçado até.
Vestiram-no da cor da madeira.
Enterrada em sua cabeça,
Uma boina enjuadamente carmim puseram.
Chamaram-no de mentiroso,
Muitas vezes,
Era verdade.
Era um garoto,
Para que gritar?
Ele aprendeu, num mundo de feras,
A remendar os rasgos,
Porém, eram remendos tolos e desajeitados de uma criança.
Fizeram-no ser firme,
Demonstrar superioridade,
Mesmo que sem necessidade.
Puseram-no estático,
Por mais que cansado,
Puseram-no sob sol,
No calor.
Chamavam-no de homem,
Era só uma criança.
Num dia quente porém,
O miúdo menino,
Vestiu-se de gigante.
Seus olhos teimosos miraram,
Entre os raios de sol,
Acima da muralha.
Ele pode ver,
Haviam coisas.
Haviam diferença e respeito,
O vermelho, lá, parecia suave bonito.
Ninguém fingia ser mal
Ou melhor que ninguém.
O garoto franzino,
Ainda é pequeno,
Ainda se sente só,
Ainda se sente diferente.
Ele já viu muita coisa,
Coisas que nem imaginava existir.
Fora das muralhas,
Ele viu muita coisa colorida,
Mas viu também,
O que não podia ser visto
Por cima daqueles muros.
Viu coisas cinzentas,
Viu pessoas muito parecidas
Com as que viviam entre as muralhas.
Ele nunca entendeu muito bem
Porque as pessoas fazem coisas ruins,
Porque batem
Em quem poderiam afagar.
Agora,
O menino é um pouco maior,
Calça uns números a mais.
Truque do tempo.
Ele não passa de um menino franzino
Com sapatos maiores,
Que não cansa de acariciar
Os desníveis de seus defeituosos remendos infantis,
Esses,
Ele sabe bem,
Não são fáceis de se rebordar.
FrutoCO2.
E é assim que me iludo
É assim que finjo estar vivendo
Às vezes, eu sei viver
Eu consigo,
Mas não sempre.
Nesses momentos,
Eu sou insensível.
Eu sou uma pedra,
O tato me abandona,
Meus olhos não vêem,
Meus ouvidos não ouvem
E minha boca,
Ela fala qualquer coisa plástica,
Uma reles ignorância, uma alienação sem fundamento,
Nada que eu não pudesse dizer, ficando calado.
Por favor! Não necessito de tanto, certo?
Não preciso de muito para ser feliz, não é mesmo?
Por hoje sou um lago raso,
Um boneco inflável,
Um saco de pedregulhos.
Sou tudo,
Tudo de que pior essas coisas possam ser.
Hoje nada sai de mim,
Nada melhor que um inútil CO2.
É assim que finjo estar vivendo
Às vezes, eu sei viver
Eu consigo,
Mas não sempre.
Nesses momentos,
Eu sou insensível.
Eu sou uma pedra,
O tato me abandona,
Meus olhos não vêem,
Meus ouvidos não ouvem
E minha boca,
Ela fala qualquer coisa plástica,
Uma reles ignorância, uma alienação sem fundamento,
Nada que eu não pudesse dizer, ficando calado.
Por favor! Não necessito de tanto, certo?
Não preciso de muito para ser feliz, não é mesmo?
Por hoje sou um lago raso,
Um boneco inflável,
Um saco de pedregulhos.
Sou tudo,
Tudo de que pior essas coisas possam ser.
Hoje nada sai de mim,
Nada melhor que um inútil CO2.
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