domingo, 8 de junho de 2008

Inominável.

Eu não entendo o que nisso tudo pode ferir alguém.
Eu não entendo que mal eu faço aos outros pra que eles queram
- por causa de um detalhe -
que as coisas sejam completamente diferentes pra mim.
Não sei porque eles acham mau...
Não sei o que fazer pra fugir disso,
Nem há mais como
(pelo menos é o que eles dizem),
todos me abandonaram e as coisas só pioram.

Os juízes parecem me odiar...
Eles nunca entendem,
Eles não têm impatia pra tanto...
Eles simplismente não entendem
que nada disso é mais que amor...
e que tudo vira uma droga
porque eles escolhem ser assim.
Bitolados.
Simplismente me julgam sem maiores preocupações,
é só o que sabem fazer,
Julgar, apontar, descordar...
Nunca m,e estendem a mão verdadeiramente,
Sem nunca se importar com um bem vertdadeiro para mim
Mas só o que eles consideram bem!

E a vítima acaba sendo eu...
E eu não sei o porque...
não sei o que fazer pra fugir de tudo isso.

Eu tenho medo,
O medo que eles plantaram em mim
E que é a garantia da minha infelicidade.
Uma vida solitária ou uma vida aparentimente com amigos e amores?
Nem sei se é aparente ou realmente,
Eles implataram em mim a idéia de que tudo isso é falso,
Mas eu não posso mais me guiar por eles,
Somos de mundos diferentes agora
E as leis deles não surtem efeito sobre mim
(nunca surtiram verdadeiramente).

E eles ainda acham que é tudo uma opção minha.

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