Mais uma vez eu tomei o mesmo posicionamento
Mais uma vez optei pela soberania hipócrita que acabava por me afastar
Mas uma vez sedi ao medo de curvar e não receber um sim.
Porém outro o fez e o quadjuvo caiu sobre mim mais uma vez
Como em tantas outras incontaveis vezes
Tornei-me aquele garoto que jurava não ser mais a anos
Tornei o desajustado e acovardado moleque incapaz
Esperando que meu silencio traga palavras alheias
E como sempre...não trazendo nada de especial
E então que aflora toda a raiva que dentro de mim um dia já sonhei ter
Raiva contra todos aqueles que depositei minha esperança
Esperança de mesmo no meu silencio trazer-me o que eu desejava
E meus sonhos se vestem de traição
Até meus sonhos se desfiguram
E todos aqueles que até mesmo nunca tenham me faltado
Contornam-se de falsos, inimigos vis
Até quem mais amo, mais confio, porem que tenho medo de perder
Pois bem, outro se curvou
E por esse caminho meu desejado outro desejado tomou
E a mim restou o peso
Aquele já estou a me acostumar
Tentar sempre sair ileso
Quando o que mais quero é lutar para lograr
domingo, 23 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
EuNãoAcredito!MasOQueIssoImporta?
Eu não acredito em uma palavra do que você diz ou disse
Simplesmente não acredito no "eu também te amo"
Com uma resposta necessária,
Nada expontânea,
Mera formalidade.
Mas confesso que ignoro,
Fecho os olhos,
Pois é melhor se convencer do mais afável
(e realmente há possibilidade dessa impressão ser só uma variante desfocada da minha mente)
Tudo é uma questão de ponto de vista.
É o que todos dizem.
Mas afinal, não sei bem se te quereria se tivesse completa certeza de tua paixão.
Não sei bem se não me acomodaria
Sem te dar valor nem atenção.
Não sei bem se não é melhor
Essa insegurançazinha que me faz te amar e te desprezar.
Que me faz te agradar
E me empenhar pra te fazer sorrir.
Simplesmente não acredito no "eu também te amo"
Com uma resposta necessária,
Nada expontânea,
Mera formalidade.
Mas confesso que ignoro,
Fecho os olhos,
Pois é melhor se convencer do mais afável
(e realmente há possibilidade dessa impressão ser só uma variante desfocada da minha mente)
Tudo é uma questão de ponto de vista.
É o que todos dizem.
Mas afinal, não sei bem se te quereria se tivesse completa certeza de tua paixão.
Não sei bem se não me acomodaria
Sem te dar valor nem atenção.
Não sei bem se não é melhor
Essa insegurançazinha que me faz te amar e te desprezar.
Que me faz te agradar
E me empenhar pra te fazer sorrir.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
ÀsPedrasNoCaminho.
Pois mais forte que sou,
não derrotado será meu desfecho.
E a eles que se riem da minha suposta incapacidade.
Todos os que condenam minha desnecessidade de alinhamento
nos padrões supérfolos e superficiais deles.
A esses coitados que não enxergam mais
Do que lhes é desenhado à ponta de seu nariz,
A todos esses que se limitam preguiçosamente ao que lhes é impresso à retina,
Ao verdadeiro entulho intelectual,
A esses "humildes" conhecedores de todas as verdades,
A esses abutres
Dos verdadeiros detentores da razão,
E de todas as infindas dimensões que ela pode ter,
Só desejo a agonia
Que seus olhos saltem das órbitas ao me verem a cima,
Que seus ouvidos sangrem ao ouvirem minha voz preponderar às deles,
E que suas mentes afoguem-se na insanidade torturante
Ao olharem para mim e verem tudo que nunca serão,
Verem tudo que nunca terão capacidade de ser,
Tudo que sempre fui
E que sempre eles desdenharam.
Pois ao contrario do que disse o poeta passarinho:
Eles tropeçarão
Ao tentarem atravancar o meu caminho.
não derrotado será meu desfecho.
E a eles que se riem da minha suposta incapacidade.
Todos os que condenam minha desnecessidade de alinhamento
nos padrões supérfolos e superficiais deles.
A esses coitados que não enxergam mais
Do que lhes é desenhado à ponta de seu nariz,
A todos esses que se limitam preguiçosamente ao que lhes é impresso à retina,
Ao verdadeiro entulho intelectual,
A esses "humildes" conhecedores de todas as verdades,
A esses abutres
Dos verdadeiros detentores da razão,
E de todas as infindas dimensões que ela pode ter,
Só desejo a agonia
Que seus olhos saltem das órbitas ao me verem a cima,
Que seus ouvidos sangrem ao ouvirem minha voz preponderar às deles,
E que suas mentes afoguem-se na insanidade torturante
Ao olharem para mim e verem tudo que nunca serão,
Verem tudo que nunca terão capacidade de ser,
Tudo que sempre fui
E que sempre eles desdenharam.
Pois ao contrario do que disse o poeta passarinho:
Eles tropeçarão
Ao tentarem atravancar o meu caminho.
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