sexta-feira, 7 de novembro de 2008

ÀsPedrasNoCaminho.

Pois mais forte que sou,
não derrotado será meu desfecho.

E a eles que se riem da minha suposta incapacidade.
Todos os que condenam minha desnecessidade de alinhamento
nos padrões supérfolos e superficiais deles.

A esses coitados que não enxergam mais
Do que lhes é desenhado à ponta de seu nariz,

A todos esses que se limitam preguiçosamente ao que lhes é impresso à retina,
Ao verdadeiro entulho intelectual,
A esses "humildes" conhecedores de todas as verdades,

A esses abutres
Dos verdadeiros detentores da razão,
E de todas as infindas dimensões que ela pode ter,
desejo a agonia

Que seus olhos saltem das órbitas ao me verem a cima,
Que seus ouvidos sangrem ao ouvirem minha voz preponderar às deles,

E que suas mentes afoguem-se na insanidade torturante
Ao olharem para mim e verem tudo que nunca serão,
Verem tudo que nunca terão capacidade de ser,
Tudo que sempre fui
E que sempre eles desdenharam.


Pois ao contrario do que disse o poeta passarinho:
Eles tropeçarão
Ao tentarem atravancar o meu caminho.

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