Batatinha quando nasce põe a mão no coração
Menininha quando dorme se esparrama pelo chão
E é assim que as coisas vão
No meio de toda essa esculhambação
Das historias infantis de simples idealização
Vão se agrupando os dias sem nenhuma direção
Enquanto a vida, em contrução,
Por pura diversão
Pinta-se com a propria mão
À imagem e semelhança da inversão
de tudo que nos haviam contado até então
Pra no final de toda essa controversão
Nos restar versos sem conexão
Em algumas linhas de pura elucubração.
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