E eu que jurei que era dengoso
Jurei que era pegajoso,
Um chato grudento
jurei que era um carente cachorro sarnento
Eu não sou dessa onda de "sexo e tchau"
Eu pensei que eu era menos banal
Pensei que era daqueles que troca uma transa por um cafuné
Que não troca um bom suco por um café
Eu tinha certeza que eu não era cachorro,
Muito menos galinha
Podia jurar que de amores fácil fácil morro
E que eu nunca ia sair da linha
Mas minhas juras já não tem valor
Depois de tanta bagunça e tanto rancor
Não sou mais que um bandido
Ou um perdido
Seja lá porque
Se é pelo desuso
Ou se é culpa da TV
Não sei mais o que posso saber
Nem o que esperar, nem o que perder
Dessa vida louca e demente
Que me faz assim pendente
Entre bom partido
E mero pervertido
Um comentário:
é um caminho!
Muito bonito!
Postar um comentário